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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Escola José Juca lança quarta edição do JJ News em Quixadá

Lançamento do JJ News - Foto Cleumio Pinto
Quixadá
A Escola de Ensino Fundamental José Juca lançou na noite desta quinta-feira, 21, a quarta edição do Jornal Escolar “JJ News”. Na solenidade fez homenagens a alunos que se destacaram neste primeiro bimestre, membros do jornal e os escritores João Eudes Costa e Angélica Nogueira que foram ex-alunos da escola.
Lembrado o prêmio recebido pela escola a nível nacional com o projeto Plugado na Informação, Construindo Conhecimentos, ganhador do maior reconhecimento institucional do país, 8º Prêmio Professores do Brasil.


Os pais de alunos, professores, funcionários e convidados lotaram o auditório da escola. Os melhores alunos foram homenageados pelo o desempenho durante o primeiro bimestre deste ano. Além dos alunos que participaram do JJ News em edições anteriores.


O presidente da Academia Quixadaense de Letras, o escritor João Eudes Costa lembrou do primeiro jornal editado em Quixadá o Matuto falou da importância de uma escola exemplar como o José Juca está contribuindo com a comunicação da cidade. João Eudes foi homenageado com uma placa de reconhecimento, a escritora Angélica Nogueira escritora foi outra que recebeu a comenda. 

FOTOS DO LANÇAMENTO

Camilo Santana se reúne com representantes do Sindicato dos Médicos do Estado

Fortaleza
O governador Camilo Santana recebeu nesta quinta-feira (21), no Palácio da Abolição, representantes do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará (Simec). Na ocasião, o governador ressaltou que as ações emergenciais já estão sendo tomadas.
Entre elas, a criação de um comitê para acompanhar as ações executadas na saúde pública. Camilo reforçou ainda o compromisso para suprir as necessidades com o setor, de forma compartilhada entre Estado, Municípios e União. Dentre as medidas, está a criação de um comitê para avaliar de forma profunda a questão da saúde.
O governador afirmou ainda que não tem medido esforços para reivindicar, junto ao Governo Federal, medidas para remediar os problemas
Investimentos


Durante o encontro, Camilo apresentou a evolução dos investimentos realizados pelo Governo do Estado, desde 2006 até agora. Durante todo o ano de 2014, foram investidos cerca de R$ 1,5 bilhão. Somados aos R$ 404 milhões oriundos do SUS, são aplicados no setor R$ 1,88 bilhão no Ceará.
O governador relembrou o fato de que o Brasil passa por um subfinanciamento para a Saúde pelo Governo Federal. Atualmente, o Estado é responsável por arcar com 78% do que é gasto na Saúde do Ceará.
Em 2006, a cada R$ 1 repassado pela União, a proporção era de R$ 1 investido pelo Estado na Saúde. Já em 2015, a proporção aumentou para R$ 4 gastos pelo Estado a cada R$ 1 aplicado pela União no setor. Ou seja, enquanto os investimentos do Estado na área cresceram 412%, de 2006 a 2014, da União aumentou 61%.
Ainda assim, Camilo frisou que de janeiro a abril de 2015, foram investidos cerca de R$ 50 milhões a mais em comparação com o mesmo período de 2014 e houve um aumento de 52% no número de leitos no Ceará. Ele lembrou que o Estado é referência em todo o Brasil, dispondo de três hospitais regionais (Norte, Cariri e Sertão Central), 19 policlínicas (três estão em conclusão, em Canindé, Maracanaú e Crato), 22 UPAs 24h (mais duas serão inauguradas até julho deste ano) e 19 CEOs, além da rede de atendimento de Fortaleza.

O Ceará investe 15,77% do Orçamento em Saúde, superior a estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, que aplicam em torno de 12%, percentual obrigado por lei.
Reunião

Além de apresentar os investimentos em saúde pública pelo Estado e citar medidas emergenciais, como a liberação de mais leitos de retaguarda, Camilo Santana ouviu as demandas dos médicos. Os representantes do Simec concordaram e disseram que querem fazer parte do comitê.

Participaram do encontro o secretário-chefe de Gabinete do Governo do Estado, Élcio Batista; o secretário-chefe da Casa Civil, Alexandre Landim; o secretário da Saúde, Henrique Javi; o secretário da Fazenda, Mauro Filho; o secretário do Planejamento e Gestão, Hugo Figueirêdo; e o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado José Albuquerque.

Geraldo Luiz do Programa Domingo Show grava matéria em Solonópole

Solonópole
Nesta quarta-feira, 20, esta cidade do Sertão Central, teve uma tarde diferente onde os moradores saíram as ruas para assistirem a gravação de uma matéria com a presença da equipe do Programa “Domingo Show” da Rede Record de televisão e o apresentador Geraldo Luiz.

A história de um garoto de apenas 6 anos que toca acordeom despertou o interesse do programa em mostrar para o Brasil esta linda história descoberta pelo radialista Walter Lima. A presença da equipe levou centenas de pessoas a acompanharem de perto a reportagem.

Na praça da matriz a Banda Forro Xoteada do distrito de Cipó dos Anjos em Quixadá foi convidada a participar desta matéria que vai ao ar no dia 31 a partir das 11:00 horas na Rede Record. Outra matéria realizada pela equipe foi contando a história de dois ir mãos cegos na cidade de Morada Nova. Estas matérias estão sendo vinculadas através deste repórter radialista que além de contar as histórias do cotidiano consegue levar para o Brasil histórias verdadeiras do povo nordestino.  

Caso você tenha uma história que na sua opinião vale a pena ser contada, entre em contato conosco através dos telefones: (88) 9686 6694 Tim, (88) 9233 8777 Claro, 88 8849 5444 Oi e (88) 8141 5438 Vivo. Temos também o email: cleumiopinto@gmail.com. Você pode sugerir pautas para o programa Domingo Show, ainda para o Site Sertão Alerta.


terça-feira, 19 de maio de 2015

Trabalhadores rurais interditam a CE-456 em Choro

Choro
Trabalhadores rurais na manhã desta terça-feira, 19, interditaram a Avenida Paracampos no centro de Choro, no Sertão Central. A interdição iniciou logo ao amanhecer evitando que os transportes escolares tivessem acesso ao município vizinho de Quixadá, além dos veículos que transitam na Rodovia CE – 456 e CE 060, ligando Quixadá à Canindé.
A interdição aconteceu em frente à Câmara Municipal que ficou impossibilitada de realizar a sessão ordinária que ocorreria nesta manhã. O Sindicato da Agricultura Familiar de Choro – Sintraf organizou o manifesto para denunciar a realidade vivida pelos agricultores da cidade e a falta de iniciativa de solução para o problema que hoje passa o homem do campo.
As principais reivindicações dos manifestantes é a imediata antecipação do seguro safra; perfuração de poços profundos e mais carros-pipas para as suas comunidades. Uma atitude por parte dos políticos e até mesmo do prefeito municipal em uma resolutividade.


Foi publicado no Diario Oficial da União 67 municípios cearenses em estado de emergência, no Sertão Central, Choro faz parte da relação, os agricultores aguardam na CE-060 uma posição das autoridades do município e do estado para que possam voltar para suas residências com a esperança de dias melhores.  

Homem é assassinado na área de casa na zona rural de Morda Nova

Morada Nova
Homicídio na zona rural de Morada Nova, na localidade de Patos, no distrito de São Joao do Aruaru, um velho conhecido da polícia foi alvejado quando se encontrava na área de sua residência.


Segundo informações colhidas pela Polícia no Local, dois elementos chegaram em uma motocicleta de cor preta, capacete, os mesmo já chegaram atirando em Sebastião Pereira de Silva, 35 anos, morrendo no local. Após os disparos os criminosos tomaram rumo ignorado. A Policia realiza investigações para identifica os autores e as motivações que levaram ao crime. 

“Brasília não pode decidir tudo”, defende Danilo Forte

Vitória
O peemedebista cearense falou, ainda, que “viver uma federação é viver o compartilhamento tanto das obrigações quanto dos benefício

Um debate sobre as competências de cada ente federado e sobre a partilha de recursos entre União, Estados e Municípios marcou o início da semana de trabalhos na Assembleia Legislativa.  Em evento realizado pela Comissão Especial do Pacto Federativo da Câmara dos Deputados em parceria com o colegiado estadual que trata do mesmo tema, a Casa recebeu, nesta segunda-feira (18), diversas autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes da sociedade civil, para discutir as responsabilidades de cada ente da Federação e uma melhor distribuição da receita proveniente de encargos tributários.
O presidente da comissão no Legislativo federal, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), participou do encontro e ressaltou a sobrecarga de atribuições que os municípios brasileiros têm hoje: “As ações de cidadania se dão exatamente no eixo municipal. E a cobrança sobre os prefeitos e os vereadores se dá de forma muito mais intensa. Brasília não pode decidir tudo”, criticou. “Viver uma federação é viver o compartilhamento tanto das obrigações quanto dos benefícios”, salientou.
O parlamentar veio ao Espírito Santo a convite do deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES), que também destacou o papel dos municípios: “O cidadão nasce, mora e trabalha numa cidade. A distribuição da receita é um pouco desigual. O município assume cada vez mais competências com menos recursos. O governo federal cria as políticas sociais, mas na hora de financiar fica com os municípios”, disse.
O deputado federal Lelo Coimbra (PMDB-ES) também participou da discussão: “Pacto se faz dentro de um processo de negociação, ninguém se superpõe a ninguém. É muito difícil ter um pacto sem árbitro. O Governo Federal teria que ser o árbitro, mas ele é o 28º Estado que vai concorrer pelos recursos”, criticou.

Palestra
O evento contou também com a presença do cientista político e professor da Universidade Federal do Espírito Santo, Roberto Simões, que fez uma exposição sobre o pacto federativo e seus desafios. Dentre as questões levantadas, uma das principais é como combinar unidade com autonomia e como manter a unidade considerando a diversidade do Brasil. “Como manter a coesão num país que é diverso, que tem desigualdades, é um dos grandes dilemas”, disse. De acordo com Simões, há uma grande tendência mundial pela separação. No Brasil, essa tendência se configura na busca pela emancipação de novos estados e municípios.

Outra ambiguidade do sistema federativo é a oposição entre centralização e descentralização. Segundo o professor, deve-se buscar definir o que deve ser centralizado na esfera federal e o que deve ser responsabilidade do Estado e dos municípios. Outra dicotomia é entre cooperação e competição. “É a discussão mais atual. A opção pelo federalismo cooperativo ou competitivo. Nos Estados Unidos, a opção foi pelo federalismo competitivo. Estados e municípios têm grande autonomia”, explicou.

Pacto Federativo
Já o Brasil, segundo ele, converge para um federalismo cooperativo. Na verdade, conforme preveem os artigos 23 e 24 da CF 1988, o país combina dois tipos de concepção de federalismo: a americana, caracterizada pela competição e por competências privativas de cada ente federado; e a alemã, marcada pela cooperação e por competências comuns e concorrentes.
O palestrante explicou também que o Brasil passou por vários ciclos de federalismo e que, desde o governo Itamar Franco (1992-1994), quando começou o processo de estabilização da economia, o país vem passando por um período de “recentralização”. Para outros estudiosos do tema, o Brasil passa por um momento de combinação entre centralização dos recursos e da concepção de programas e descentralização de competências.
Ele também levantou que existem dois tipos de análise do federalismo: a fiscal-tributária e a de competências e atribuições. “Precisamos combinar essas duas visões: dinheiro para quê? Competência financiada com que dinheiro?”, questionou. “A grande maioria dos municípios no Brasil está com atribuições que não conseguem manter”, disse. Outra questão abordada é que além dos entes já previstos na Constituição (União, Estados e Municípios), também é necessário discutir o papel regional, tanto das regiões que abrangem vários estados (Nordeste, por exemplo), quanto as regiões metropolitanas. “Somos um país em que a população está concentrada nas regiões metropolitanas”, disse.

Visão dos prefeitos
“Nosso sentimento é que a centralização ainda é um grande gargalo. Os municípios não têm independência”, disse o presidente da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo e prefeito de Venda Nova do Imigrante, Dalton Perim (PMDB).  Ele reclamou que, às vezes, os recursos chegam aos municípios destinados para determinados setores que não têm necessidade. “O prefeito vira quase um despachante do governo federal”, constatou.

Próximos passos
O deputado Sergio Vidigal informou que levará à Câmara Federal as sugestões apresentadas. A primeira delas é que o pacto federativo deve continuar sendo assimétrico. “Não dá para ter um pacto federativo simétrico num país desigual”, disse. Outras questões a serem estudadas são a não geração de mais despesas para a municipalidade e a desoneração de impostos, dentre outras.
Já Danilo Forte, que preside a comissão em âmbito federal, informou que, na próxima quarta-feira (20), os governadores se reunirão no Senado para tratar do tema, inclusive o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB).  Ele também disse que a comissão elegerá os eixos prioritários (educação, saúde, segurança, saneamento básico) para analisar dentro desses eixos qual é o papel contributivo de cada ente.

Participantes
O seminário foi conduzido pelo vice-presidente da Comissão Especial do Pacto Federativo Regional, deputado Marcos Bruno (PRTB). O evento também contou com a presença do relator da comissão, Dr. Rafael Favatto (PEN), da 1ª vice-presidente da Casa, Luzia Toledo (PMDB), além dos deputados Bruno Lamas (PSB), Dr. Hudson Leal (PRP), Eliana Dadalto (PTC), Gilsinho Lopes (PR), Janete de Sá (PMN), Nunes (PT), Raquel Lessa (SD) e Rodrigo Coelho (PT).

Também estiveram presentes o vice-governador César Colnago (PSDB); o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo, Domingos Taufner; o presidente da Câmara de Vitória, Namy Chequer (PCdoB); o coordenador da Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares do Espírito Santo (Famopes), Marcos dos Santos; o representante da OAB/ES, Evandro Bastos; e o Defensor Público-Geral do Espírito Santo, Leonardo Oggioni.
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