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sábado, 19 de novembro de 2011

LOJAS AMERICANAS > ATOR GLOBAL CAIO CASTRO PARTICIPARÁ DE INAUGURAÇÃO EM QUIXADÁ


Foto > Acervo Caio Castro

Quixadá > Ainda não é oficial, mas uma das maiores redes de varejo do Brasil, as Lojas Americanas, deverá começar a funcionar na Terra dos Monólitos a partir do primeiro dia de dezembro. Para delírio do público feminino a empresa deverá trazer o ator global Caio Castro, o estudante de medicina Altenor, da novela Fina Estampa para a inauguração, prevista para o próximo dia 30. O horário não foi informado. A Americanas funcionará em Quixadá ao lado da Loja Rabelo, no Centro da cidade. Mais informações sobre as Lojas Americanas em Quixadá a qualquer momento.
Um boato acerca da chegada das Lojas Americanas no Sertão Central do Ceará já havia corrido esta cidade em junho passado, mas nada foi confirmado. Dessa vez , é possível observar movimento no interior do espaço comercial. Os operários não falam nada, apenas dão um sorriso quando os curiosos passam e perguntam: é a Americanas mesmo ? O jeito é esperar mais alguns dias para conferir ou a direção do grupo confirmar. Com certeza vai ter muita tiete sem dormir até lá.
FONTE:
DIÁRIO SERTÃO CENTRAL

GRUPO CHINÊS ANUNCIA EXPANSÃO NO CEARÁ


O governador Cid Gomes e o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Roberto Smith, se reuniram  nesta sexta-feira (18), com o grupo chinês que lidera a exploração de minério de ferro no mundo. Na ocasião, os representantes das empresas Prosperity Minerals Holdings, Ningbo Port Company e Globest anunciaram  expansão no Ceará.


Com reserva localizada a 420 km do Porto do Pecém, em Quiterianópolis, o grupo já produz 100 mil toneladas/ano de minério de ferro no Estado. Somente em 2011, injetou R$ 26 milhões no Ceará e prevê um investimento da ordem de R$ 52 milhões em 2012. De acordo com o vice presidente da Prosperity China, Leigh Lee, eles pretendem construir um novo pier no Porto do Pecém, onde deverão embarcar 200 mil toneladas de minério por ano. Uma correia transportadora e um carregador de navios (shiploader) também fazem parte do pacote de obras.


Até 2014, os empreendimentos chineses investirão aqui quase R$ 1 bilhão, o que deverá gerar 1.500 empregos diretos. Segundo o presidente da Globest, Zhang Hing, o Porto do Pecém foi escolhido pelos empresários como o mais viável do País, devido a sua localização e estrutura.


Durante a reunião, Roberto Smith destacou que a aplicação de recursos de tão grande porte além de agregar valor ao minério de ferro cearense, trará desenvolvimento para outros segmentos, já que os chineses investirão na produção de cimento no Estado. Os executivos Ni Jian, Wei Lip Wu, Yao ZuhanY e Chao Qi também fizeram parte da comitiva.


FONTE:
Assessoria de Imprensa da Adece
Jully Gomes ( jully.gomes@adece.ce.gov.br / 85 3244.7976 - 9924.6127)
Twitter: @AdeceCeara

ESCOLAS RASTREIAM ESTUDANTES COM CHIPS RFID




Se você é um estudante de uma das escolas de Houston e planeja gazear aula poderá ter sérios problemas. Uma medida polêmica que visa diminuir o número de alunos que faltam às aulas está dividindo opiniões entre os moradores dos distritos de Spring e Santa Fé.
  
A secretaria de educação da região implantou chips RFID nos cartões dos estudantes. Com isso, por meio da radiofrequência, é possível que a instituição controle, em tempo real, onde cada um dos alunos está.

O órgão governamental alega que a medida é uma maneira de manter os pais mais seguros, dando plena ciência a eles do paradeiro dos alunos durante o período de aulas. Entretanto, algumas entidades defendem que a adoção de soluções como essas viola a liberdade dos estudantes, que passam a viver numa espécie de Big Brother permanente.

A Electronic Frontiers Foundation, instituição que defende a cautela no uso de dispositivos eletrônicos em sociedade, acredita que a medida não é a solução para o problema. “Estão substituindo a vigilância que deveria ser dos pais por um dispositivo eletrônico”, afirmou o grupo em nota.

FONTE:
TEC. MUNDO




Novidade foi implantada em instituição de ensino de Houston e visa diminuir a evasão escolar.


MEC DETERMINA CORTE DE 514 VAGAS DE MEDICINA EM CURSOS COM BAIXA QUALIDADE



Amanda Cieglinski

Repórter da Agência Brasil


Brasília – O Ministério da Educação (MEC) deu início ao processo de supervisão dos cursos com baixo desempenho nas avaliações da pasta, anunciado nesta quinta-feira (17). No Diário Oficial da União de ontem (18) foram publicadas as medidas cautelares que suspendem 514 vagas de 16 cursos de medicina que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC). O indicador varia em uma escala de 1 a 5 e é calculado com base no desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e em outros critérios como a infraestrutura e o corpo docente da instituição.

Os cursos que sofreram o corte determinado hoje são todos de instituições privadas de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Maranhão, de Rondônia, do Tocantins e de Mato Grosso. O ministério pretende suspender até o fim do ano 50 mil vagas em graduações na área da saúde, ciências contábeis e administração que tiveram resultado insatisfatório nas avaliações de 2009 ou 2010. Os dados do Enade 2010 divulgados quinta-feira (17) mostram que 594 dos 4.143 cursos avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considera satisfatória e os CPCs 4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.

O percentual de vagas reduzidas em cada curso variou entre 20% e 65% do total, de acordo com o desempenho no CPC. A redução no número de vagas de ingresso passa a valer para o próximo processo seletivo de cada instituição. Elas passarão por um processo de supervisão e terão o prazo de um ano para cumprir um termo de saneamento de deficiências para melhorar a qualidade da oferta. Se as exigências não forem atendidas, o MEC poderá abrir um processo administrativo para encerrar a oferta do curso. A partir da notificação, as instituições têm 30 dias para informar o ministério sobre as providências que serão tomadas.

Edição: Juliana Andrade

FONTE:
AGÊNCIA BRASIL

19 DE NOVEMBRO DIA DA BANDEIRA


Brasília - Troca da bandeira do Brasil na Praça dos Três Poderes, realizada todo primeiro domingo do mês


História

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Normas 

Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua,  inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

Dia da Bandeira 

O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.

Bandeiras presidencial e vice-presidencial

Além da Bandeira Nacional do Brasil que todos conhecemos muito bem, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial.
 
 Bandeira Presidencial                     
  Bandeira Vice-Presidencial

Curiosidade

- As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto,  o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.
- A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

FONTE:
SUA PESQUISA.COM
 




sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PROJETO DO NOVO CÓDIGO COMERCIAL ELIMINA NECESSIDADE DE DOCUMENTO EM PAPEL



A Câmara analisa o Projeto de Lei 1572/11, do deputado Vicente Candido (PT-SP), que institui um novo Código Comercial, com o objetivo de sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

A proposta do novo código trata, entre outros assuntos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

“Isso supera lamentáveis lacunas na ordem jurídica nacional, entre as quais avulta a inexistência de preceitos legais que confiram inquestionável validade, eficácia e executividade à documentação eletrônica, possibilitando ao empresário brasileiro que elimine toneladas de papel”, declarou Vicente Candido.

O projeto de lei não reduz a obrigação legal da empresa e do empresário, nem mesmo a dos sócios da sociedade empresarial, relacionada a consumidores e trabalhadores. Também não altera as obrigações fiscais, de qualquer natureza, das empresas e seus sócios. Ficam inalteradas ainda as obrigações e responsabilidades ambientais e por abuso do poder econômico ou infração contra a ordem econômica.

O texto conta com 670 artigos, divididos em cinco livros. O primeiro é uma parte geral sobre a empresa; o segundo trata das sociedades emprasariais; o terceiro regula as obrigações dos empresários; o quarto aborda a crise da empresa; e o quinto trata das disposições transitórias.


Obrigações

No campo das obrigações empresariais, além da previsão de prazos prescricionais mais curtos, “necessários à segurança jurídica nas relações empresariais”, segundo Vicente Candido, o projeto de Código Comercial estabelece normas próprias para a constituição das obrigações entre empresas, atentas à realidade das atividades econômicas.


Também disciplina os principais contratos empresariais, como a compra e venda mercantil, o fornecimento, a distribuição, o fretamento de embarcações e outros. “A reunião da disciplina destes negócios jurídicos num diploma sistemático possibilitará maior previsibilidade nas decisões judiciais sobre direitos e obrigações contratuais das empresas”, acredita o deputado de São Paulo.


Convenção

Em relação ao direito cambiário, além da regulação dos títulos eletrônicos, o projeto abrange o cumprimento de uma convenção internacional assinada pelo Brasil na década de 1930 – a Convenção de Genebra para a adoção de uma lei uniforme sobre Letra de Câmbio e Nota Promissória.



“Até hoje, essa lei não foi introduzida regularmente no direito nacional, sendo matéria precariamente disciplinada por mero decreto do Poder Executivo, baixado em 1966”, declarou o deputado. Também são contemplados outros títulos como duplicata, conhecimento de depósito e warrant (direito, sem obrigação, para comprar ou vender alguma coisa sob um determinado valor).

Direito civil

Atualmente, o direito empresarial brasileiro é disciplinado em sua maior parte pelo Código Civil, que trata também de questões privadas envolvendo pessoas físicas. Há outras questões relacionadas às empresas que são reguladas por leis específicas – como a das Sociedades Anônimas (6.404/76), a de Falências (11.101/05) e a dos Títulos de Crédito (6.840/80), que não são revogadas pela proposta. Já a Lei de Duplicatas (5.474/68) seria revogada.

O antigo Código Comercial, de 1850, permaneceu em vigor durante muito tempo. Como ele se tornou defasado, teve sua maior parte revogada em 2003, quando entrou em vigor o novo Código Civil. Do antigo Código Comercial restaram somente artigos sobre direito marítimo.

O deputado justifica a necessidade de criar um código específico com o fato de a Constituição considerar o direito comercial uma área distinta do direito civil. “Revela-se, assim, mais compatível com a ordem constitucional a existência de um código próprio para o direito comercial, e não a inclusão da matéria dessa área jurídica no bojo do Código Civil”, declarou. “De qualquer modo, a dispersão legislativa atual tem impedido, para grande prejuízo da economia brasileira, o tratamento sistemático das relações de direito comercial”.

Reportagem - Rodrigo Bittar
Edição - Wilson Silveira

FONTE:
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