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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

GOVERNADOR DECRETA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA


Força Nacional e Exercito Brasileiro reforçam segurança no estado


O governador Cid Gomes,  conforme o artigo 88, inciso XIX, da Constituição Estadual, e considerando a  situação de anormalidade e instabilidade institucional face o cometimento de crimes e infrações disciplinares por militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, decretou situação de emergência em todo o Ceará.  O Decreto n° 30.799 foi assinado na última sexta-feira (30) tem efeito imediato e já foi publicado no Diário Oficial do Ceará. O estado de emergência permite mais agilidade e flexibilidade para que o Estado possa agir para garantir a segurança da população. 

"Fica decretada situação de emergência em todo o território do Estado do Ceará, para todos os fins necessários e úteis ao atendimento da situação emergencial e ao restabelecimento do estado de normalidade e proteção da integridade e tranquilidade da sociedade cearense", diz o decreto.

Entre as medidas de emergência estão o reforço da Força Nacional de Segurança, Exército Brasileiro e a cessão (empréstimo) de 159 veículos recém-adquiridos para uso da segurança. Esses carros são da Secretaria da Saúde do Estado e seriam repassados para municípios na próxima Terça-feira (3), para serviços básicos de saúde. Acabada a situação de emergência os veículos serão entregues.

FONTE:
Coordenadora de Imprensa do Governo do Estado
Casa Civil

SERVIDORES JÁ PODEM TRANSFERIR CONTA-SALÁRIO PARA BANCO DE SUA PREFERÊNCIA



Brasília - O servidor público que recebe pagamento em conta-salário poderá, a partir de hoje (2), pedir a transferência automática do dinheiro para o banco que escolher. Esses trabalhadores foram os últimos a ter acesso ao benefício, uma vez que os da iniciativa privada têm esse direito desde 2009.

Com o prazo maior para a entrada em vigor do benefício ao funcionalismo público, os estados e municípios puderam oferecer por mais tempo o atrativo dos pagamentos aos servidores na hora de leiloar as folhas às instituições financeiras.  

De acordo com as regras estabelecidas pelo governo, para transferir o salário para outra conta diferente da aberta pelo empregador, é preciso que a indicação seja feita por escrito à instituição financeira. O banco é obrigado a aceitar a ordem no prazo de até cinco dias úteis e os recursos devem ser  transferidos para o banco escolhido pelo empregado no mesmo dia do crédito do salário, até as 12h.

A conta-salário é diferente da conta-corrente por ser destinada ao pagamento de salários, aposentadorias e pensões e por se tratar de um contrato firmado entre a instituição financeira e a empresa empregadora e não entre o banco e o empregado. Na conta-salário, o cliente não tem direito a talão de cheques e não pode receber outros depósitos além do salário. No site do Banco Central (BC), há uma série de perguntas e respostas sobre a conta-salário.

A instituição que processa o maior número de folhas de pagamento de servidores públicos no país é o Banco do Brasil (BB). Segundo o diretor de Clientes Pessoa Física do BB, Sérgio Nazaré, são  1,516 milhão de servidores federais, o que representa 71% dos pagamentos a esses trabalhadores. No caso dos servidores estaduais, são 3,104 milhões (59%), e dos municipais, o número chega a 2,058 milhões  (27%).
O diretor do BB disse que o banco não espera perder clientes com a nova regra que vigora em 2012. Segundo ele, a instituição tem investido em estratégias não somente para manter, mas também para aumentar o número de clientes. Desde 2009 está sendo ampliada a rede de atendimento, são trocados equipamentos de autoatendimento para garantir maior velocidade e são ofertados aos clientes produtos e serviços customizados. “Há um reforço na estrutura de relacionamento”, disse. Ele lembrou que servidores federais têm livre opção bancária por decisão do Ministério do Planejamento e, mesmo assim, não houve redução de clientes nesse segmento.

De acordo com o Ministério do Planejamento, os servidores públicos federais sempre puderam escolher o banco onde querem receber o salário. A maior concentração de pagamentos está no BB, com 76,41% - cerca de R$ 4,9 bilhões - do total de pagamentos a servidores ativos e aposentados feitos em outubro deste ano. Em seguida vêm a Caixa, com 12,65% (R$ 825 milhões), o Banco de Brasília (BRB) – 4,01% ou R$ 261,5 milhões), o Itaú (2,79% - R$ 182,3 milhões) e o Bradesco (1,31% - R$ 85,8 milhões). Além dessas cinco, outras instituições financeiras também fazem os pagamentos mas, segundo o ministério, formam um percentual pequeno na preferência dos servidores.

Em nota, o Banco Itaú não informou o número de servidores públicos (federais, estaduais e municipais) que têm conta-salário e disse que apoia a portabilidade, que é um legítimo direito do trabalhador. O Bradesco informou apenas que paga salários de 2 milhões de servidores em todo o país. A Caixa, por meio da assessoria de imprensa, disse que prefere não se pronunciar sobre o assunto “por uma questão estratégica”.

FONTE:
AGÊNCIA BRASIL

domingo, 1 de janeiro de 2012

QUIXADÁ 2011: O DIA EM QUE EU NASCI DE NOVO


Foto: OLY'S BLOG 


Uma semana antes de ir para Quixadá, choviam canivetes no sertão e a previsão de 15 dias era muito ruim. Cecéu e Bigode desistiram de ir. Estive a ponto de desistir também, mas poucos dias antes da viagem o meteorograma melhorou ligeiramente.

A verdade é que estava cansado de voar. Havia tido uma crise de coluna que me impediu de fazer o Bivouac-Goiás em setembro e sentia que me faltavam a estâmina e a vontade que são requeridas para voar no sertão.

No dia 22/10, primeiro dia de voo, o tempo abriu. Saí umas 8h00. As condições de vôo estavam "mamão", com termais entre 0,5 e 3 m/s. O voo foi um verdadeiro passeio até Tabosa, sem turbulência e com toda a rota formada.

Em Tabosa fiquei baixo, mas consegui ganhar altura para jogar com segurança em direção à Cruzeta. Antes da Cruzeta peguei uma térmica mexida e falhada, mas como estava a meia altura (uns 900m) e querendo fazer base para não cair na hora crítica de meio-dia, comecei a enroscar. Numa dessas “falhas” da térmica, a vela perdeu pressão e avançou violentamente.

Em geral, no processo de avançada do parapente, o piloto sente aquela “puxada” característica no quadril e imediatamente trava a vela. Sempre olho muito para o parapente, e quando ocorreu o front não foi diferente. Em mais de 200 horas no R10.2, jamais deixei a vela avançar como avançou naquele dia. Mas a avançada dessa vez parece ter sido diferente, sem pressão, muito rápida e violentíssima. Vi todo o extradorso do R11, e quando reabriu saiu com um "line over" de 50%.

Já havia lido no foro internacional que quando o R11 entra em front grande, dificilmente é recuperável. Mas acreditei que esse tipo de configuração estava ocorrendo porque os pilotos em questão estavam acelerando a vela até o talo em competições. Como acelero pouco e voo de forma conservadora, achei que estaria livre desse tipo de ocorrência.

Quando vi o tamanho do line-over e que a irrecuperável configuração em que me encontrava aumentaria rapidamente o giro da vela e a força G, lembrei do que havia lido e me dei conta de que não havia outra coisa a fazer senão jogar o reserva, mesmo com os cerca de 800m que tinha.

Lancei meu reserva direito, que abriu rapidamente. Mas estava a ponto de cometer um erro importante. Comecei a travar o R11 nos freios (ao invés de matá-lo no tirante B), enrolando as linhas na mão para tentar matar a vela, que oscilava de forma muita agressiva, “pirulitando” de um lado a outro. Essa oscilação do parapente causou avançadas radicais do reserva e uma sensação horrível de aumento da taxa de queda, que até então parecia sob controle.

Em uma dessas “pirulitadas”, o R11 abraçou o reserva e formou um “bololô”, que foi arremessado para as minhas costas. Caindo com as pernas apontadas para o alto e somente com o visual do céu (-15m/s na média de 10s registrada pelo C-pilot), não conseguia ver o “bololô” parapente-reserva porque este rodava nas minhas costas e os tirantes do paraquedas, diante dos vários "twists" que vinham sofrendo, começavam a me enforcar pela nuca e a forçar o capacete e minha cabeça para baixo, tapando parcialmente minha visão.

Luta pela vida

Naquele momento ficou óbvio que precisava lançar o segundo reserva, na lateral esquerda da selete. Mas minha mão esquerda estava esmagada e imobilizada pelas várias voltas que tinha dado na linha do freio ao tentar matar o R11. E o “bololô” puxava a mão esquerda na direção oposta da alça do reserva. Com a mão direita, que consegui liberar do freio Deus sabe como, não alcançava a alça esquerda.

Então comecei toda uma luta para liberar a mão esquerda com ajuda da mão direita, cravando os dedos por baixo das linhas e empurrando as voltas prá frente para que escorregassem para fora da mão imobilizada. Foi um momento muito delicado - diria que o mais crítico de toda minha vida - porque já começava a ficar baixo e brigava para liberar a mão esquerda, em giro, desorientado e caindo.

Nesses momentos, reza a lenda que uma retrospectiva da vida passa pela cabeça. Minha experiência foi diferente. Estava totalmente concentrado na tarefa de sair daquela situação. Como bem disse o legendário Peter Brinkeby, "there is a state of mind that I suppose is the seed of my attraction to adventure sports. It’s the moment when nothing else matters and all the attention is fully focused on the present moment. I think it is easiest reached in a life threatening situation, but also possible with meditation or plain focus. I call it ‘inner silence.’"

Finalmente consegui liberar a mão esquerda, após despencar umas centenas de metros, e acionei o reserva esquerdo. Como os tirantes do reserva direito continuavam a me enforcar pela nuca, não conseguia olhar pra cima para ver se o segundo reserva estava em vôo, livre do “bololô”. Somente quando já estava mais baixo, tive a certeza de que havia aberto corretamente, quando vi sua sombra sobre o mar de juremas. O Sky "lightweight" de 1,2 kg iria salvar minha vida.

Derivei em direção a uma pedreira, mas novamente tive sorte: uma descendente me depositou antes das pedras num juremal. Pousei em pé, sem nenhum arranhão.

De volta ao glorioso R10

Claramente, houve uma piora de projeto entre o R10.2 e o R11. Quando voei o R11 pela primeira vez, notei que era uma vela “mais mole” que o R10 e que as avançadas pareciam ser mais “persistentes” (tendência a continuar a pegar velocidade, ao contrário do R10, que diante da travada imediatamente volta para a cabeça e lá fica). Mas achei que era questão de me acostumar.

Os incidentes e acidentes com a vela não demoraram. Alex Hofer, Pepe Malecki, Luc Armant, Eitel, todos pilotos experientes... Mas quis crer que era algo que decorria da agressividade dos pilotos nas competições. O R10.2, por outro lado, foi voado durante milhares de horas pelo mundo, em competições e cross, e as histórias de incidentes não surgiram. Obviamente, havia algo de errado com o novo projeto. O que nos faz recordar que quando se lança um projeto extremamente completo, como foram o R10 e o Boomerang 3, dificilmente os sucessores imediatos estarão à altura.

Não tive dúvidas em recuar um passo. Imediatamente voltei para o R10. E botei mais 25 horas nele em Quixadá, além das mais de 200 que já tinha. Novamente nada. Joguei em queimadas, subi a 8m/s e peguei "dusts". A vela é, sem sombra de dúvidas, superior ao R11.

"Vai afinar?"

Depois do lançamento dos reservas, estive a ponto de desistir da viagem e ir prá praia. Com o incentivo do Dió (quando comentei que já estava muito velho prá tudo aquilo, soltou a pérola: “vai afinar?"), ainda consegui fazer dois vôozinhos de mais de 300km. E perdi a oportunidade de chegar ao Delta do Paranaíba (este sim teria sido o vôo inesquecível) num dia de vento sudeste em que caí cedo no km 180.

Cabia mais. Em ambos os vôos decolei tarde e pousei cedo. Finalmente, admiti que estava cansado e sucumbi às tentações de Jericoacoara.

Podendo, use dois reservas

Considerando que no universo de pilotos de parapente uma ínfima minoria faz uso de dois paraquedas reserva, minha decisão, tomada em 2008, de voar seletes com dois "containers" não poderia ter sido mais acertada. Mas também é verdade que a sorte atua de forma decisiva em nossas vidas. O mestre Woody Allen já havia falado nisto umas quantas vezes...

Carpe Diem! Nos vemos na base em 2012!!!

FONTE:
BLOG OLY'S BLOG

MAIOR FAMÍLIA DE PLANTAS DO MUNDO GANHA BANCOS DE DADOS INTEGRADO


Objetivo é aumentar e melhorar o entendimento sobre a origem e a evolução das espécies


À exceção da Antártica, é possível encontrar em todo o mundo uma família de plantas, conhecida comoCompositae ou Asteraceae, que possui quase 30 mil espécies, espalhadas pelos mais variados biomas.

Para aumentar e melhorar o entendimento sobre a origem e a evolução dessa família de plantas, composta por espécies como o girassol, a alface, a margarida e o crisântemo, cientistas dos Estados Unidos, em parceria com pesquisadores de diversos países, como o Brasil, estão desenvolvendo bancos de dados e sistemas de busca globais para integrar informações taxonômicas e biogeográficas sobre Compositae.

Algumas iniciativas foram apresentadas no The South American Compositae Meeting –reunião internacional que ocorreu nos dias 5 e 6 de dezembro, no auditório da Fapesp, em São Paulo, e teve como objetivo apresentar os mais recentes desenvolvimentos na sistemática, biogeografia, evolução e conservação de Compositae.

Durante o evento, Vicki Funk, pesquisadora e curadora do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, pediu a ajuda dos pesquisadores presentes para a conclusão de dois projetos em andamento para a construção de banco e dados globais, disponíveis na internet, sobre Compositae.

Denominados Global Compositae Checklist (GCC) e Compositae Enciclopédia da Vida (C-EOL), os projetos estão sendo coordenados pela The International Compositae Alliance (Tica), que reúne cerca de 500 pesquisadores, de mais de 60 países, incluindo o Brasil.

De acordo com a pesquisadora, cerca de 70% das listas de espécies do GCC – o primeiro projeto de um banco de dados biogeográficos integrados sobre Compositae da Tica – já estão finalizadas. O objetivo, agora, segundo ela, é finalizar a integração de listas de espécies de países como o Brasil e Madagascar, na África.

“Nós já fizemos listas nacionais e regionais de espécies de Compositae de países como Peru, Equador, Colômbia e do Brasil, que ainda falta integrar completamente suas listas”, disse Funk.

Lançado em 2005, durante o Congresso Internacional de Botânica em Viena, na Áustria, o GCC pretende reunir informações sobre nomenclatura e taxonomia das 25 mil espécies de Compositae estimadas no mundo. Com isso, de acordo com os coordenadores do projeto, será possível reunir as informações de 10% da flora mundial.

“Esse banco de dados integrados de Compositae será um importante recurso para a manutenção da biodiversidade e da biossegurança dessa família de plantas”, avaliou Funk.

Já o mais novo e ambicioso projeto de construção de um banco de dados de Compositae, capitaneado pela Tica, é a C-EOL.

Lançado em 2010, o objetivo do projeto é reunir informações biológicas de todas as espécies de Asteracea que existem ou existiram no mundo e dedicar uma página na internet com imagens de cada uma delas.

Para criar o banco de dados, os pesquisadores desenvolveram uma ferramenta virtual, denominada Virtual Key to the Compositae (VKC), para identificar as espécies em todo o mundo com base em uma matriz reunindo o maior número possível de informações sobre elas.

De acordo com o pesquisador Mauricio Bonifacino, professor da Universidade de la República, no Uruguai, um dos maiores desafios para a construção da ferramenta está sendo a terminologia das espécies. “Nós avançamos muito na construção dessa ferramenta. Mas ainda é preciso caminhar bastante para padronizar a terminologia das espécies”, disse. 
Lista de espécies brasileiras
Em 2010, o Brasil divulgou a lista de espécies de sua flora, cumprindo uma das metas da Estratégia Global para a Conservação de Plantas (GSPC), estabelecida pela Conservação sobre a Diversidade Biológica, da qual o país é signatário.

A GSPC estabeleceu que cada país signatário da Convenção deve elaborar um lista de suas espécies conhecidas de plantas como primeiro passo para a construção de uma lista completa da flora mundial.

A primeira versão da lista brasileira apresentou um total de 40.982 espécies da flora brasileira, sendo 3.608 de fungos, 3.495 de algas, 1.521 de briófitas, 1.176 de pteridófitas, 26 de gimnospermas e 31.156 de angiospermas dos quais 1.966 são Asteraceae, que foram incluídas no Global Compositae Checklist e das quais cerca de um terço ocorre no estado de São Paulo.

Durante a elaboração do projeto "Diretrizes para a conservação e restauração da biodiversidade de São Paulo", foi constatado que há um desequilíbrio na coleta de espécies de planta no estado.

Os pesquisadores participantes do projeto identificaram que há uma grande carência de coleta nas áreas de cerrado de São Paulo, onde justamente estão concentradas as Asteraceae. E que árvores e arbustos são muito mais coletadas do que as Asteraceae devido, em parte, à dificuldade para se identificar as espécies.

“É preciso direcionar as coletas para as Asteraceae no estado de São Paulo, especialmente nas áreas de cerrado, que vem sendo degradado a passos largos pela agricultura. Se nós não nos apressarmos em conhecer a biodiversidade de plantas dessa região pode ser tarde demais”, alertou Mara Magenta, professora da Universidade Santa Cecília.

Fonte: revistagloborural.globo.com



FONTE: 
CI FLORESTAS 

BRASIL É O LÍDER MUNDIAL NO SETOR DE AGROENERGIA


A agroenergia é responsável por cerca de 32% da energia ofertada no Brasil, o que coloca o país na liderança mundial do setor. Quase 48% do total de energia ofertada é obtida de fontes renováveis, como a biomassa, a energia hidroelétrica e os biocombustíveis. A situação brasileira destaca-se no cenário internacional, pois 85% da energia consumida no mundo vem de fontes não-renováveis, que se encontram na natureza em quantidades limitadas e se extinguem com a utilização. Uma vez esgotadas, as reservas não podem ser regeneradas. Exemplos disso são o petróleo, o gás-natural e o carvão mineral.

O Brasil conta com características que favorecem a liderança no setor, como a grande extensão territorial e os recursos naturais que possibilitam ampliar a produção de insumos energéticos provenientes da biomassa. Os avanços na substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, servem de modelo para outras nações

Um dos principais biocombustíveis líquidos usados no Brasil é o etanol, extraído da cana-de-açúcar (Foto: Arquivo)

Os biocombustíveis são derivados de biomassa renovável que podem substituir, parcial ou totalmente, combustíveis derivados de petróleo e gás natural em motores a combustão ou em outro tipo de geração de energia. Os dois principais biocombustíveis líquidos usados no Brasil são o etanol, extraído de cana-de-açúcar, e o biodiesel, produzido a partir de óleos vegetais ou de gorduras animais e adicionado ao diesel de petróleo em proporções variáveis. Os dois emitem menos compostos químicos poluidores do que os combustíveis fósseis no processo de combustão dos motores. Além disso, o processo de produção é mais limpo.

Vantagens

A adoção do etanol é considerada um dos principais mecanismos de combate ao aquecimento global, pois reduz as emissões de gás carbônico (CO2). Parte do CO2 emitido pelos veículos movidos a etanol é reabsorvido pelas plantações de cana-de-açúcar. Isso faz com que as emissões do CO2 sejam parcialmente compensadas. O etanol pode ser produzido a partir de diversas fontes vegetais, mas a cana-de-açúcar é a que oferece mais vantagens energéticas e econômicas.

Os automóveis que circulam no país usam dois tipos de etanol combustível: o hidratado, consumido em motores desenvolvidos para este fim, e o anidro, que é misturado à gasolina, sem prejuízo para os motores, em proporções que podem variar de 18% a 25%.

Na comparação com o diesel de petróleo, o biodiesel também tem significativas vantagens ambientais. Estudos do National Biodiesel Board (associação que representa a indústria de biodiesel nos Estados Unidos) demonstraram que a queima de biodiesel pode emitir em média 48% menos monóxido de carbono; 47% menos material particulado (que penetra nos pulmões); e 67% menos hidrocarbonetos.

O biodiesel é um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gorduras animais. Dezenas de espécies vegetais presentes no Brasil podem ser usadas na produção do biodiesel, entre elas soja, dendê, girassol, babaçu, amendoim, mamona e pinhão-manso. Desde 1º de janeiro de 2010, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil contém 5% de biodiesel. O Brasil está entre os maiores produtores e consumidores de biodiesel do mundo, com uma produção anual, em 2010, de 2,4 bilhões de litros e uma capacidade instalada, de 5,8 bilhões de litros.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3086 / 2203
Inez De Podestà

FONTE:
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

FELIZ ANO NOVO, MUITA PAZ E SAÚDE




Mais um ano está chegando ao fim, e na beleza das noites iluminadas,
os sonhos de muitos corações se preparam para a viagem à procura de suas realizações, que ocorrerá durante todo o ano vindouro.

A mesma ocorreu no ano que por hora se finda.
Sonhos saíram, alguns já voltaram sorrindo e outros, de mãos vazias, aguardam a chegada do novo ano, para seguir numa nova busca.

A realização para os sonhos de alguns, quase sempre, se perde na metade do caminho, mas, se Deus quiser, ainda terão muitos outros anos para encontrá-la.

Sabemos disso porque enquanto o ser humano tiver Ele do lado, fôlego de vida, família e amigos, estará no caminho certo e seus sonhos jamais deixarão de existir.
Desejo do fundo do meu coração que, cada vez que seus sonhos seguirem viagem, eles sempre voltem para sua vida transbordando de realizações.

Que o natal seja um passaporte para que seus sonhos embarquem na “Viagem das Realizações” do Ano Novo, e que não voltem sem a conquista dos objetivos que motivaram a mesma.

E quando a meia-noite trouxer o Novo Ano para o mundo e os fogos de artifício anunciarem a sua chegada, nossos sonhos sairão por aí...

Que Deus tome a frente e que nas noites sem luar, as estrelas brilhem mais forte, iluminando o longo caminho.
Que no próximo ano possamos ainda ser amigos e esperarmos juntos a chegada dos nossos sonhos que partiram, comemorando com imensas taças de amizade verdadeira a vinda e a realização de cada um.

SÃO OS VOTOS DE CLEUMIO PINTO E FAMÍLIA A TODOS OS AMIGOS, COLABORADORES E INTERNAUTAS QUE ACESSARAM NESTE ANO DE 2011, SABENDO QUE EM 2012 ESTAREMOS MAIS PREPARADOS PARA TRAZER NOVAS NOTICIAS, QUE SEJAM DE ALEGRIA E CONQUISTAS.
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