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segunda-feira, 6 de junho de 2011

PROJETO OBRIGA MOTOCICLISTA A USAR COLETE INDENTIFICADOR

Foto: Patos Motos Estrada
A Câmara analisa o Projeto de Lei 821/11, do deputado Carlaile Pedrosa (PSDB-MG), que obriga condutores e passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores a usar colete identificando a placa do veículo.

O desrespeito à norma será considerado infração gravíssima de trânsito, com multa e suspensão da carteira do infrator. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).

Para o deputado, a medida vai contribuir para o aumento da segurança dos condutores e usuários desses veículos, além de favorecer o combate da violência urbana.

Crimes

Ele ressalta que muitos crimes são praticados com o uso de motocicletas, “especialmente assaltos realizados em semáforos e em vias congestionadas dos centros urbanos, muitos dos quais terminam em morte quando há tentativa de reação da vítima”.

“Como são veículos ágeis e de difícil identificação, torna-se mais fácil a fuga, com a consequente impunidade”, acrescenta o deputado de Minas Gerais. Caso aprovada, a identificação da placa no colete deverá ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Tramitação

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Rodrigo Bittar
Edição – Newton Araújo

FONTE:

domingo, 5 de junho de 2011

MADEIRA ENGENHEIRADA , EVOLUÇÃO NA MADEIRA TRATADA

Consciente das qualidades e propriedades da madeira de reflorestamento tratada, a construção civil brasileira demanda cada vez mais deste material, que ao mesmo tempo é nobre e ecológico.


Foto:  CI FLORESTA

Hoje é uma exigência crescente no mercado o uso do material oriundo de reflorestamento, como forma de diminuir a pressão sobre espécies nativas.

Diante desta nova realidade, usinas de preservação de madeiras passam a oferecer produtos diferenciados, com mais elaboração e acabamento, para atender a demanda do novo consumidor muito mais exigente. O mercado da construção civil quer produtos de madeira, não apenas madeira bruta.

As usinas de madeiras desenvolvem produtos de pinus e eucalipto cultivados que passam por processos de perfilamento, com o diâmetro das toras uniformizado da base ao topo, atendendo a uma demanda crescente na construção civil. Um sistema com madeiras de pinus ou Amaru do tipo perfilado, as peças têm o mesmo diâmtero de ponta a ponta, eliminando as variações típicas da conicidade natural das espécies.

Tecnologia de produto – Madeira engenheirada é uma terminologia que define seu processo de industrialização. Há vários exemplos no mercado como a madeira meia-cana ou inteiras para fechamento e construção de paredes, com sistemas perfeitos de encaixe; vigas laminadas coladas, na dimensão da necessidade do construtor, telhas de madeiras, decks modulados com base plástica de encaixe, entre outras.
Esteticamente, ganha-se em beleza. Tecnicamente, o construtor sabe que tem em mãos um produto de excelente desempenho físico-mecânico e, acima de tudo, durável. Sabe também que não terá problemas de encaixes ou frestas, o que facilitará a aplicação de um acabamento.

A madeira engenheirada é uma evolução da madeira tratada na construção, tanto em elementos estruturais, quanto a interface com outros materiais, tais como esquadrias, portas, concreto e vidro, o que é fundamental para o conceito de construção industrializada ou pré-fabricada, e melhora a visibilidade da madeira na obra. A uniformidade da madeira engenheirada torna o produto ainda mais nobre. É solução inteligente para diferentes problemas nos projetos construtivos mais sofisticados

Fonte: Marketing & Comunicação,Montana Química S.

FONTE:
CI FLORESTAS

COMUNIDADES PACIFICADAS ENTRAM PARA O MAPA TURÍSTICO DO RIO



Foto: Revista Fator - Santa Marta e Pavão-Pavãzinho e Cantagalo estão incluídos no Rio Top Tou

Corcovado, Pão de Açúcar, Praia de Copacabana e Morro Santa Marta. Depois da implantação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), a comunidade de Botafogo, na Zona Sul, entrou para a lista dos pontos turísticos do Rio de Janeiro. E não é apenas por sua vista deslumbrante. A laje que serviu de cenário para a gravação do clipe do Michael Jackson e a culinária tipicamente carioca são algumas das atrações dos turistas que passeiam pelas vielas da comunidade.

A cada parada do bondinho do Morro Santa Marta, os visitantes descobrem um pouco da identidade cultural da região. Trinta e quatro pontos turísticos fazem parte do roteiro desenvolvido pelo projeto Rio Top Tour, da Secretaria de Esporte e Lazer, que acontece também no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. A partir de julho, mais três comunidades serão incluídas no mapa turístico da cidade: Chapéu-Mangueira e Babilônia, Providência e Borel.

- Na fase de expansão, abriremos licitação para escolher empresas que possam oferecer cursos de capacitação a 2,2 mil moradores dessas comunidades. Serão cursos de turismo, culinária, idiomas e estratégia de vendas, além de 14 tipos de oficinas voltadas para empreendedorismo do esporte e turismo. Cerca de 65 mil moradores serão beneficiados - afirmou a secretária de Esporte e Lazer, Marcia Lins.

Na primeira fase do programa, jovens como o monitor de turismo Gilson Silva, que nasceu no Santa Marta, tiveram a oportunidade de fazer um curso de especialização. Aos 33 anos, Gilson gostou tanto da experiência que pretende fazer uma faculdade na área e já está criando novas atrações no morro, como o Pôr do Samba.

- Aproveito o Espaço Michael Jackson para reunir os moradores da comunidade e os turistas, com feijoada e samba. Acho muito legal mostrar a nossa cultura aos visitantes, principalmente estrangeiros. Quero me tornar um guia turístico e me especializar na área. Gosto muito do que faço - disse o monitor de turismo.

Espaço Michael Jackson é a maior atração da comunidade- O tour para conhecer os famosos bares e restaurantes do Morro Santa Marta começa na parte baixa da comunidade, que tem acesso pela Rua São Clemente. Uma das opções dos turistas é usar os bondinhos do Plano Inclinado, que garantem o acesso rápido e gratuito até o alto do morro todos os dias, das 6h30 à meia-noite. São cinco estações, e a viagem dura em média dez minutos.

A laje onde o astro do pop Michael Jackson gravou o clipe da música They don’t care about us, em 1996, é o principal ponto visitado no Santa Marta. O Pedrão, mirante natural com vista para a Enseada de Botafogo e o Cristo Redentor, o prédio colorido batizado de Jambalaya, a sede do ateliê de roupas e acessórios criados pelo grupo Costurando Ideias e até as instalações da UPP são atrações na comunidade.

Comércio também será beneficiado- O projeto também ajuda a tirar da informalidade os comerciantes do morro. De cem pequenos empresários cadastrados, 51 estão legalizados. Depois do passeio pela comunidade, os bares e restaurantes espalhados na região recebem centenas de turistas que querem conhecer a culinária local. No Bar do Zequinha, Conceição Gomes dos Santos já sente a diferença no movimento do restaurante de seu marido.

- Os turistas adoram o meu tempero e meu frango à passarinho crocante e sequinho. O preço é barato, mas tenho conquistado cada vez mais clientes após a pacificação e a inclusão da comunidade no roteiro turístico da cidade. Além da paz, estamos tendo lucro também - contou Conceição, que estendeu o horário de funcionamento para atender à demanda do restaurante, que fica na estação três do bondinho. | Marcelle Colbert/Secom.

FONTE:
PORTAL FATOR BRASIL

BRASIL DETÉM A MAIOR ARÉA DE FLORESTAS TROPICAIS DO PLANETA

Foto: CI FLORESTAS
Brasília – Seguindo a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas, o Brasil prepara uma série de atividades para este ano. O país é detentor da maior área de florestas tropicais do planeta e o segundo em extensão de florestas, perdendo só para a Rússia, onde predominam as florestas temperadas.

De acordo com o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus Medeiros, as atividades de divulgação, do Brasil, referentes ao Ano Internacional de Florestas, vão ressaltar a importância da proteção e envolvimento do homem com as florestas.

“Quando se fala em maior área de florestas tropicais, isso significa e faz uma diferença grande em termos de biodiversidade, diferentemente de quando se fala de florestas temperadas. Porque a biodiversidade é significativamente maior do que nas florestas temperadas”, observou Medeiros.

Para o diretor, essa característica faz com que o Brasil assuma um papel de destaque no que diz respeito a uma política nacional e no sentido de chamar a atenção para a relação do homem com a floresta. “A ideia é realmente aproveitar o Ano Internacional como uma forma de difundir a importância da preservação, como algo essencial para garantir a qualidade e o desenvolvimento das comunidades humanas e integrar um pouco mais o homem com a floresta.”

Ele lembrou ainda da importância da relação dos biomas florestais com o clima global. “No momento em que o planeta inteiro sofre não só uma crise de biodiversidade, mas, agora, de forma até mais emblemática e séria, esses efeitos das mudanças climáticas e a vinculação estreita das florestas com a regulação do clima do planeta, essa indicação do Ano Internacional de 2011 é importante para auxiliar neste movimento”, afirmou.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) instituiu como tema do Dia Mundial do Meio Ambiente, que se comemora amanhã (5) o slogan Florestas: a Natureza a seu Serviço. E a Índia foi escolhida como anfitriã das comemorações. Segundo o Pnuma, o tema “ressalta a relação intrínseca entre qualidade de vida e saúde dos ecossistemas florestais e, abrange, também, o Ano Internacional das Florestas da ONU”.

O dia 5 de junho foi recomendado como a data comemorativa do meio ambiente pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. No Brasil, foi implantada em 1982, como parte do calendário de atividades de conscientização ambiental, a Semana Nacional do Meio Ambiente
No mundo, ambientalistas, cientistas, pesquisadores e a sociedade civil fazem mobilizações, realizam paradas, concertos, campanhas, divulgam estudos com o objetivo de chamar a atenção de seus governantes sobre os problemas causados pelo aquecimento do planeta e as necessidades de implantação de políticas públicas com o objetivo de preservar o meio ambiente. Com o tempo, surgiu a necessidade de ampliar as celebrações com a criação da Semana Mundial do Meio Ambiente.

Os cientistas destacam a importância da realização de estudos sobre a interferência do homem na natureza e suas influências para o planeta Terra. Segundo o coordenador-geral das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Oití Berbert, a situação do planeta tende a se agravar com o aumento da população, que deve chegar a 11,2 bilhões de habitantes até o final do século.

“As novas tecnologias que têm surgido rapidamente têm ajudado a entender, primeiro, o planeta Terra. Em segundo lugar, a entender os fenômenos que acontecem na Terra. Há questão de 50 anos, não era possível, por exemplo, se prever uma erupção vulcânica. Hoje, já conseguimos prever com segurança. Ainda não se pode prever um terremoto, mas a ciência está desenvolvendo uma metodologia que, um dia, vai permitir a previsão de terremotos”, observa.

Berbert afirma que manter um ambiente com qualidade e saudável é dever de todos: governantes, empresários, pesquisadores, cientistas e cidadãos. “A ciência está ajudando na resolução de problemas, como deslizamentos de encostas e no planejamento territorial urbano. Está resolvendo problemas, também, de despoluição de águas superficiais e vai desenvolver soluções para despoluição eventual da água subterrânea, que vai ser uma das principais, senão a principal, fonte de abastecimento humano no futuro”.

Deogracia Pinto
Repórter do Radiojornalismo
Edição: Lana Cristina
FONTE:
AGÊNCIA BRASIL

SP VAI LICITAR A PRIMEIRA TERMOELÉTRICA MOVIDA À LIXO DO BRASIL

São Bernardo do Campo abre processo nesta segunda-feira (6).
Biodigestor vai eliminar resíduos e produzir energia para 200 mil habitantes.

O Brasil deve ganhar em breve sua primeira usina termelétrica movida a partir da queima de lixo. A tecnologia, empregada em 35 países, chega ao país atrasada na tentativa de resolver graves problemas relacionados à destinação dos resíduos sólidos.

A inédita unidade deve ser instalada em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A prefeitura vai apresentar nesta segunda-feira (6) o edital de licitação do projeto, orçado em cerca R$ 600 milhões, e que terá capacidade de processar até mil toneladas de resíduos para gerar constantes 30 MW – suficientes para abastecer uma cidade com 200 mil habitantes.

Biodigestor (Foto: Editoria de Arte/G1)

A legislação sobre o tema, que vigora desde 2010, proíbe o funcionamento de lixões nas zonas urbanas a partir de 2014 e obriga as cidades a criarem aterros sanitários.

Dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) mostram que o Brasil gera mais de 195 mil toneladas de lixo por dia, sendo que 33 mil toneladas de resíduos vão para lixões.

Apesar da nova lei federal, as grandes regiões não têm espaço para aterrar de forma adequada as toneladas de lixo geradas diariamente.

Para solucionar a questão, o debate para a implantação de térmicas a lixo foi iniciado e começa a ter seus primeiros desdobramentos. A tecnologia, já empregada há décadas na Europa, tem o objetivo de tratar e recuperar energia do lixo orgânico, separar o que for reciclável e queimar o que não pode ser reaproveitado, transformando em luz elétrica.

“Isso resolve parte do problema do lixo e é possível afirmar com segurança de que não há danos à saúde ou ao meio ambiente”, afirmou Aruntho Savastano Neto, gerente da área de programas especiais da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental).

Potencial

A discussão sobre este tipo de empreendimento no país ocorre paralelamente em vários municípios do Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, estado mais avançados no debate. “Cidades com população próxima ou acima de 1 milhão de habitantes têm potencial para receber uma usina térmica”, disse Sérgio Guerreiro, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialista no assunto.

Segundo a Cetesb, São Bernardo do Campo e Barueri, na Grande São Paulo, receberam licenças provisórias. Santo André discute com a população a instalação de um complexo e São José dos Campos, no interior paulista, abriu para consulta pública o pré-edital do projeto. Existem ainda estudos avançados para a instalação de uma usina no litoral.

Os complexos brasileiros funcionariam com técnicas mistas, ou seja, haveria geração de energia pelo lixo orgânico e pela queima de resíduos contaminados. A implementação seria por meio de uma parceria público-privada.

O lixo orgânico, considerado úmido, passaria por um processo chamado ‘digestão anaeróbica’ (parecido com a compostagem), em que o gás metano liberado na decomposição seria transformado em energia. Para a outra parte, a incineração, seria o destino dos resíduos que não podem ser reciclados.

Polêmica

Entretanto, existe polêmica quanto à emissão de gases gerados a partir da queima dos resíduos. Nos complexos que poderão ser instalados no país haveria um grande aparato de filtros para impedir a liberação do metano (causador do efeito estufa), além de substâncias como as dioxinas, que podem ser cancerígenas.

“Parece uma solução atraente, mas acaba transferindo o problema. Existe uma preocupação com a acomodação e diminuição na reciclagem, já que tudo pode ser queimado. Além disso, há o problema com as emissões. Temos que tomar cuidado com isso”, afirmou Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace.

Para Sérgio Guerreiro, as cidades têm buscado adquirir este tipo de tecnologia, entretanto estão focando em investimentos errados. “Eles querem colocar usinas que tratam o lixo orgânico para gerar energia. Isso não é viável, é um preço absurdo e nenhuma cidade tem dinheiro para pagar por isso”, disse.

Enquanto uma prefeitura, com a de São Bernardo do Campo, paga atualmente R$ 60 para tratar a tonelada de lixo em aterros, na Holanda, por exemplo, o processamento em uma usina térmica chega a custar 90 euros (R$ 207). “No edital vamos escolher a empresa que nos oferece o menor preço para processar o lixo. A nossa previsão é que a partir de janeiro de 2012 as obras sejam iniciadas”, afirmou Alfredo Buso, secretário de Planejamento Urbano de São Bernardo.

Mas para o especialista em térmicas a lixo, há chances de estes projetos não vingarem por aqui. “Existem vários trabalhos sobre o tema no Brasil, mas acredito que esta tecnologia não será adotada. As prefeituras não estão dispostas a pagar mais caro. Elas querem continuar com os processos baratos de hoje. Enquanto o país pensar desta forma, ninguém vai fazer nada”, disse Guerreiro.

FONTE:
GLOBO.COM

SUPER NAVIO DA VALE É PREMIADO POR REDUZIR EMISSÃO



Foto: Agência Vale
Rio de Janeiro – O Vale Brasil, maior mineraleiro do mundo, com capacidade de 400 mil toneladas, também é o mais limpo. A embarcação recebeu no último dia 24 de maio (terça-feira), em Oslo, na Noruega, o prêmio Nor-Shipping Clean Ship Awardao reduzir as emissões de carbono em 35% por tonelada de minério transportada em relação a um navio tradicional, de cerca de 200 mil toneladas.
A redução refere-se à utilização de tecnologia de ponta em equipamentos e ao fato de ser um projeto pioneiro, que privilegia a eficiência energética da embarcação. A feira Nor-Shipping é um dos principais eventos de navegação do mundo, organizado pela Sociedade Naval Norueguesa, a cada dois anos, e patrocinado pelo DNV (Det Norske Veritas).

“O Vale Brasil é uma realidade, em sua primeira viagem já materializa os resultados em sustentabilidade e competitividade idealizados em seu projeto”, afirma Fábio Brasileiro, diretor de Navegação da Vale.
Primeiro de 19 navios encomendados pela Vale a estaleiros da Coréia do Sul e da China, o Vale Brasil tem 362 metros de comprimento e 65 metros de largura e chegou ao Brasil no último dia 5. O primeiro carregamento ocorreu no dia 24, no Píer I do Terminal Portuário de Ponta da Madeira (TPPM), em São Luís (MA). Foram carregadas 391 mil toneladas de minério de ferro.

Além dos 19 navios próprios, a empresa terá ainda outros 16 com as mesmas dimensões, com operação exclusiva em contratos de longo prazo assinados com armadores parceiros. Esses 35 navios deverão ser entregues entre 2011 e 2013. “Com a nossa frota de navios próprios e contratados, conseguimos diminuir a volatilidade no mercado de frete. A volatilidade afeta não somente o preço do frete, como também o preço do próprio minério. À medida que os novos navios começarem a operar, a estabilidade do frete e do minério será ainda maior, favorecendo a Vale e seus clientes siderúrgicos”, afirma o diretor executivo de Marketing, Vendas e Estratégia”, afirma José Carlos Martins.

O Vale Brasil é o primeiro de sete navios encomendados pela empresa ao estaleiro sul-coreano Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co , com um investimento total de US$ 748 milhões. Outras 12 embarcações de 400 mil toneladas estão sendo construídas pelo estaleiro Rongsheng Shipbuilding and Heavy Industries, na China.

Do conceito ao projeto básico, a engenharia dos maiores mineraleiros do mundo é brasileira. O desenvolvimento do projeto representou um enorme desafio tecnológico em termos de inovação e o resultado foi atingido. O Vale Brasil permite, por exemplo, uma grande velocidade de carregamento e descarregamento, além da redução das emissões de carbono. O navio consolida ainda um longo processo de investimentos que a Vale, historicamente, vem realizando em infraestrutura, elemento-chave para a competitividade do minério de ferro brasileiro no mercado internacional.

“Não paramos de investir e inovar. Os investimentos da Vale em infraestrutura são os maiores da história do país, resultando em uma logística eficiente “Não paramos de investir e inovar. Os investimentos da Vale em infraestrutura são os maiores da história do país, resultando em uma logística eficiente para os nosso clientes. Foram US$ 9 bilhões nos últimos seis anos e, somente em 2011, serão US$ 5 bilhões de investimentos na cadeia integrada mina-ferrovia-porto-navegação”, afirma o diretor executivo de Operações Integradas, Eduardo Bartolomeo.

Encomendas aquecem a indústria naval brasileira- Nos últimos dois anos, a Vale encomendou a construção de 51 embarcações, entre rebocadores, comboios fluviais e catamarãs, a estaleiros nacionais, contribuindo para o aquecimento da indústria naval brasileira, com a geração de 2.465 empregos diretos e indiretos e investimento de R$ 403,9 milhões. Além disso, a Log-In Logística Intermodal, empresa coligada à Vale, tem encomendas de sete navios ao Estaleiro Ilha S/A (EISA), no Rio de Janeiro, sendo cinco porta-contêineres e dois graneleiros. As encomendas vão gerar cerca de seis mil empregos diretos e indiretos cada uma. O investimento total nas embarcações é de cerca de R$ 1 bilhão.

FONTE:
PORTAL FATOR BRASIL
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