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domingo, 18 de setembro de 2011

7,6 MILHÕES DE CRIANÇAS COM IDADE INFERIOR A CINCO ANOS MORRERAM EM 2010, DIZ ONU




Cerca de 12 mil crianças – com idade inferior a cinco anos – são salvas todos os dias, em comparação com as taxas de mortalidade infantil da década de noventa, quando, por ano, morriam 12 milhões de crianças. Em 2010, esse número foi de 7,6 milhões, de acordo com um relatório lançado nesta quinta-feira (15/09) pelo Fundo das Nações Unidas para Infância e Juventude (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O ritmo da redução, no entanto, não é suficiente para se atingir o 4° Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, que projeta uma redução de dois terços na taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos até 2015.
Em 20 anos, o número de óbitos nessa idade estão ainda mais concentrados na África Subsaariana e no Sul da Ásia. A proporção em relação ao restante do mundo passou de 69% em 1990, para 82% , em 2010.
Mas a tendência é de queda das taxas e a um ritmo acentuado. “A notícia de que a taxa de mortalidade infantil na África Subsaariana está em declínio, sendo duas vezes mais rápido do que era há uma década, mostra que podemos fazer progressos, mesmo em lugares mais pobres”, disse a Diretor Executivo da UNICEF, Anthony Lake.
As novas estimativas estão publicadas no relatório de 2011 Níveis e Tendências da Mortalidade Infantil, elaborado pelo Grupo Interagências das Nações Unidas para a Estimativa da Mortalidade Infantil (IGME), sob a liderança do UNICEF e da OMS.
* Publicado originalmente no site ONU Brasil.
FONTE:

DILMA CHEGA A NY, PRESIDENTE QUER INCLUIR REDUÇÃO DA POBREZA E AMBIENTE NA AGENDA MUNDIAL

DIlma
Roberto Stuckert Filho/Presidência da República
Presidente Dilma Rousseff, acompanhada do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, recebe cumprimentos no Hotel Waldorf Astória ao chegar em Nova York
A presidente Dilma Rousseff aproveitará a viagem a Nova York – que começa neste domingo (18) e vai até quinta-feira (22) - para colocar em discussão temas que considera fundamentais para a pauta internacional. Dilma desembarcou no Aeroporto John F. Kennedy na manhã deste domingo. 


Nas conversas que terá com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama; da França, Nicolas Sarkozy; do México, Felipe Calderón; e da Nigéria, Goodluck Jonathan; assim como com o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, Dilma deve defender medidas comuns de combate à desigualdade social, com políticas de inclusão, apontando os programas de transferência de renda do Brasil como alternativa. 

A presidente também mencionará a Conferência Rio+20, que será realizada de 28 de maio a 6 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. Dilma destacará o fato que será a maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde, definindo um novo padrão para o setor. A previsão é reunir mais de 100 líderes mundiais. 

Até as vésperas de viajar, a presidente estudava a possibilidade de detalhar a decisão no Brasil de criar a Comissão da Verdade – que se destina a investigar os crimes ocorridos no país no período da ditadura (1964-1985). Não está definido se Dilma mencionará a questão sobre o acesso a documentos sigilosos, prevista no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), e que divide opiniões no Executivo e Legislativo. 

Dilma quer aproveitar as conversas, em Nova York, para defender a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Para o governo brasileiro, o órgão não reflete o mundo atual, pois mantém a estrutura dos anos após a 2ª Guerra Mundial – com 15 membros, cinco permanentes e dez rotativos. 

Os membros permanentes do conselho são a China, França, Rússia, o Reino Unido e os Estados Unidos. Os assentos rotativos estão ocupados pela Bósnia-Herzegovina, Alemanha, por Portugal, pelo Brasil, pela Índia, África do Sul, Colômbia, pelo Líbano, pelo Gabão e pela Nigéria. O mandato de alguns desses países, como o Brasil, acaba em dezembro. 

Dilma e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, participarão ainda das reuniões bilaterais com chanceleres do Brics – bloco formado pelo Brasil, pela Rússia, Índia, China e África do Sul – e do G4, integrado pelo Brasil, pela Alemanha, Índia e Japão, países que defendem a ampliação dos assentos no Conselho de Segurança e querem ter um lugar permanente no órgão. 

A presidente está em Nova York acompanhada por cinco ministros, o das Relações Exteriores; o da Saúde, Alexandre Padilha; o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; o do Esporte, Orlando Silva, e a da Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas.

FONTE:



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

ESTADOS UNIDOS CONSIDERAM BRASIL PARCEIRO ESTRATÉGICO PARA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTIVEIS

Roberto Maltchik - Enviado especial


Copenhague (Dinamarca) - Em evento patrocinado pelo Brasil para analisar o impacto dos biocombustíveis na emissão de gases do efeito estufa, a chefe da Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental, Lisa Jackson, garantiu que os Estados Unidos têm interesse em uma parceria estratégica com o Brasil no setor.
“Brasil e Estados Unidos juntos podem trabalhar para o desenvolvimento desse tipo de energia, que protege o meio ambiente”.
Lisa Jackson foi a representante dos Estados Unidos que anunciou ontem (7), em Washington, que o governo de Barack Obama passou a considerar danosos à saúde seis gases que provocam o efeito estufa, o que causou grande repercussão no segundo dia da Conferência Mundial do Clima, na capital dinamarquesa.
A delegação da Suécia, outro país interessado no mercado de biocombustíveis, defendeu o etanol brasileiro como a principal fonte disponível hoje para reduzir o impacto do transporte no aquecimento global.
A meta da Suécia é alcançar em 2030 um padrão econômico capaz de tornar o país independente do uso de combustíveis fósseis.
Segundo o Itamaraty, a participação do Brasil com o evento sobre biocombustíveis não visa criar mercado para o produto brasileiro, mas oferecer uma alternativa ao mundo de energia limpa e renovável.


FONTE: AGÊNCIA BRASIL

sábado, 27 de junho de 2009

ÍNDIA, DESENVOLVE GRANADA COM PIMENTA

Cientistas indianos planejam adicionar o pó de uma das pimentas mais picantes do mundo em granadas de mão. 'Bhut Jolokia' é considerada mil vezes mais picante do que pimentas comuns

Eles dizem que o dispositivo será usado para controlar tumultos em manifestações além de ajudar nas operações militares.
Os pesquisadores afirmam que o objetivo é substituir os explosivos em pequenas granadas de mão e adicionar uma certa variedade de pimenta para imobilizar as pessoas sem ter que matá-las.
A pimenta, conhecida como Bhut Jolokia, é conhecida por ser mil vezes mais picante do que pimentas utilizadas na cozinha.
Cientistas da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Proteção à Índia, (DRDO, na sigla em inglês), dizem que a pimenta forte também será usada como suplemento alimentar na dieta de soldados em operações em áreas de clima mais frio.
O pó dessa variedade de pimenta também será espalhado em cercas ao redor dos quartéis do Exército indiano. Com isso espera-se que o cheiro forte mantenha os animais afastados da área.
Outras variedades de sprays de pimenta são usadas para conter multidões em várias partes do mundo.
FONTE:AGÊNCIA BCC BRASIL
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