Pages

sábado, 25 de julho de 2009

GAROTO DE 5 ANOS PEDE EM CARTA A PREMIÊ SUECO QUE PROÍBA VENDA DE DOCES

Menino ficou frustrado ao gastar economias ao comprar balas.Pedido foi educadamente recusado pelo primeiro-ministro da Suécia.
Da BBC
O pedido de um garoto de cinco anos de idade para que o governo sueco proibisse a venda de balas e doces foi educadamente recusado pelo primeiro-ministro da Suécia.
O menino, William, havia feito o apelo em uma carta endereçada ao premiê, Frederik Reinfeldt.
"Olá, Frederik. Meu nome é William e tenho cinco anos de idade. Você pode proibir as lojas de vender balas?", escreveu.
A consulta foi motivada pela frustração de William ao gastar, por impulso, 20 coroas suecas (cerca de R$ 5) em doces, certa vez em que saiu às compras com o avô.
A despesa o deixou sem dinheiro para comprar uma pulseira verde e dados mágicos que ele dizia querer "de verdade".
Irritado com o erro de cálculo, pediu ao avô que o ajudasse a escrever uma carta ao premiê sueco pedindo a proibição da venda de doces no país.
Mas a resposta do primeiro-ministro foi como um trecho de livro-texto sobre as teorias liberais.
"Muita gente acha que é legal comer doces de vez em quando", respondeu. "Se as pessoas não quiserem comer doces, podem decidir não comprá-los."
Fracassada a pressão para mudar a legislação, William decidiu insistir com o avô, que prometeu largar o cigarro se o garoto largasse os doces.
Não há informações para confirmar ou descartar que isto tenha ocorrido. Mas sabe-se que no fim o garoto conseguiu a pulseira e os dados mágicos - depois, segundo os relatos, de o avô ganhar no bingo e vir ao socorro do neto determinado.
FONTE: GLOBO.COM

MASSA PASSA NOITE EM COMA INDUZIDO

Com pequena lesão no cérebro, Felipe Massa passará a noite em coma induzido
Boletim médico do hospital em Budapeste diz que brasileiro teve fraturas no crânio. Na manhã deste domingo, ele vai se submeter a uma tomografia



Após sofrer um grave acidente neste sábado, durante os treinos classificatórios para o GP da Hungria, o brasileiro Felipe Massa se submeteu a uma cirurgia no Hospital Militar de Budapeste e vai passar a noite em coma induzido, respirando por aparelhos. De acordo com o último boletim da equipe médica, o piloto da Ferrari teve fraturas no crânio e uma pequena lesão no cérebro. Ele fará uma tomografia na manhã de domingo (às 5h de Brasília). De acordo com o comunicado divulgado pela Ferrari, o exame médico mostrou, além do corte na testa, com cerca de oito centímetros, uma lesão na parte esquerda do crânio e uma concussão cerebral. A nota informou que a cirurgia foi bem-sucedida, mas o brasileiro passará a noite de sábado em observação na Unidade de Terapia Intensiva. A Ferrari confirmou que o piloto está fora do GP da Hungria. Segundo o médico oficial do GP do Brasil, Dino Altmann, é possível que Massa fique até seis semanas parado.

O brasileiro foi atingido em seu capacete por uma mola de cerca de 12 centímetros, feita de metal, que se soltou do carro de Rubens Barrichello. A peça quicou na pista e atingiu Massa quando ele acelerava a aproximadamente 280km/h.
- Eles não me deixaram chegar até o Felipe, o que é normal em uma situação como esta. Falei com dois doutores, e a cirurgia foi ótima. Mas como tudo que acontece na cabeça é um pouco delicado, então ele tem que passar por um momento de espera. O Felipe tem que estar relaxado neste momento, por isso o coma induzido - explicou Rubinho, em entrevista à Rede Globo.
O comentarista da Rede Globo Luciano Burti também esteve no hospital.
- Correu tudo bem, o médico estava satisfeito com o resultado da cirurgia. A consequência do acidente varia de pessoa para pessoa. Aparentemente, o Felipe está bem, e eles querem esperá-lo acordar para poder ter certeza de que está tudo em ordem. O momento agora é de calma. O impacto na cabeça é sempre delicado, é como se fosse um hematoma. Esperam que amanhã, quando ele acordar, isso já esteja recuperado.
A agência de notícias Associated Press atribuiu ao diretor do hospital, Peter Bazso, a afirmação de que Massa está estável, mas ainda corre risco de morte. Uma fonte da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) ouvida pela Rede Globo, no entanto, desmentiu a informação. O comentarista da Globo Luciano Burti, em sua conta no Twitter, também afirmou que não há risco:
- Para deixar bem claro, nada de risco de morte, como saiu em alguns sites. Ele está sedado para se recuperar da concussão cerebral, apenas isso - disse Burti.
FONTE: GLOBO.COM

QUEDA SELIC PODE LEVAR BANCOS E EMPRESTAR PARA MANTER LUCRATIVIDADE


Daniel Lima Repórter da Agência Brasil

Brasília - A redução da taxa básica de juros (Selic) de 9,25% para 8,75% ao ano, anunciada pelo Banco Central na última quarta-feira (22), pode provocar um efeito indireto nas operações de crédito ao consumidor, aumentando o volume de empréstimos bancários.
A análise é da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) e se baseia na expectativa de que a queda contínua dos juros reduza a rentabilidade de investimentos dos bancos com títulos públicos, corrigidos em parte pela Selic, o que levaria as instituições a emprestar mais para manter a lucratividade. Isso, segundo a Anefac, elevará a competição no setor, com redução no custo das operações de crédito ao consumidor final.
Comparativamente, pode-se verificar, segundo dados da Anefac, que os juros no comércio continuam extremamente altos, com queda média de 102,59% para 101,68% ao ano, embora a taxa Selic tenha caído de 9,25% para 8,75% ao ano. Em média, os juros cobrados da pessoa física estão em 131,87% ao ano.
Só para se ter uma ideia, com as atuais taxas, o cidadão que compra uma geladeira à vista por R$ 1.500,00, se for financiar em 12 vezes sem entrada, com a taxa de 101,68% ao ano ou 6,02% ao mês, vai pagar R$ 179,11 por mês, com gasto final de R$ 2.149,32.
O vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, lembra que, até março deste ano, os bancos ainda estavam aumentando as taxas, restringindo o crédito e continuavam sendo mais seletivos na concessão de crédito, com prazos menores.
Porém, a melhora do cenário no país e no exterior trouxe de volta o crédito. Entre outras medidas adotadas pelo Banco Central para impulsioná-lo, está a liberação do depósito compulsório, que é o recolhimento obrigatório que os bancos fazem ao BC sobre o total de depósitos à vista. Além disso, os bancos públicos reduziram as taxas, o que aumentou a oferta de crédito ao consumidor.
“Então, o pior da crise ficou para trás e se reflete nas ações dos próprios bancos, que voltaram a ampliar mais a oferta e as condições do crédito. Tivemos a volta das condições do crédito que havia antes, com os bancos ampliando os prazos e reduzindo taxas de juros. Os bancos não sendo tão seletivos e voltaram a assediar os clientes”, disse o vice-presidente da Anefac.
Oliveira admite que o fato de a taxa de juros para o consumidor final não ter acompanhado na mesma velocidade a Selic continua sendo um problema, embora um pouco menor do que durante a crise.
De acordo com ele, embora o Banco Central tenha começado a reduzir a Selic a partir de janeiro, com quedas consecutivas, o problema ocorreu por causa do aumento da inadimplência, já que o risco subiu.
“Em um ambiente desses, no qual se esperava um dos piores dos mundos pela frente, os bancos começaram a retardar essas quedas, esses repasses das taxas ao consumidor. Então, puseram o pé no freio. O que aconteceu é que as taxas de juros estavam em processo mais veloz do que as taxas de juros aos consumidores”, afirmou.
Ele observa que, a partir de junho, houve uma menor preocupação com o calote. Tanto que no último relatório do Banco Central a inadimplência deu um pequeno recuo. Oliveira espera que os bancos comecem a repassar a queda da Selic para os consumidores.
“A gente está esperando que, daqui para frente, as taxas ao consumidor possam cair por conta desse conjunto de fatores. Até numa velocidade maior do que a queda da Selic, por causa de um competição maior que se inicia no sistema financeiro. É a nossa expectativa”.
Seguem tabelas: Fonte Anefac
TAXAS DE JUROS PRATICADAS PELO MERCADO - PESSOA FÍSICA
Linha de crédito
Novas Taxas
Selic – 8,75% aa
Mês Ano
Variação
% (mês)
Juros comércio
6,02%
101,68%
-0,66%
Cartão de crédito
10,64%
236,47%
-0,37%
Cheque especial
7,50%
138,18%
-0,53%
CDC bancos – Financiamentos de automóveis
2,74%
38,32%
-1,44%
Empréstimo Pessoal bancos
5,26%
85,00%
-0,75%
Empréstimo pessoal financeiras
11,13%
254,79%
-0,36%
TAXA MÉDIA
7,22%
130,84%
-0,55%
CHEQUE ESPECIAL
Utilização de R$ 1.000,00 por 20 dias
Nova taxa de 7,50% ao mês – R$ 50,00 de juros
CARTÃO DE CRÉDITO
Utilização do rotativo de R$ 1.000,00 por 30 dias
Nova taxa de 10,64% ao mês – R$ 106,40 de juros
Redução de R$ 0,40 no mês
EMPRÉSTIMO PESSOAL BANCOS
Empréstimo no valor de R$ 1.000,00 por doze meses
Nova taxa de 5,26% ao mês – 0+12 – R$ 114,49 - total R$ 1.373,88
Redução de R$ 0,25 na prestação ou R$ 3,00 no total
CDC BANCOS
Compra de um veículo de R$ 25.000,00 em 60 meses
Nova taxa de 2,74% ao mês – 0+60 – R$ 853,61 - total R$ 51.216,60
EMPRÉSTIMO PESSOAL FINANCEIRAS
Empréstimo no valor de R$ 500,00 por 12 meses
Nova taxa de 11,13% ao mês – 0+12 – R$ 77,49 - total R$ 929,88
Redução de R$ 0,15 na prestação ou R$ 1,80 no total


FONTE; AGÊNCIA bRASIL

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ADMINISTRADORA DE CEMITÉRIO É CONDENADA A PAGAR R$ 60 MIL POR TROCA DE CORPOS

Irmãos descobriram restos mortais de homem em jazigo, em Minas Gerais. Segundo advogado, ainda não se sabe para onde foi levado corpo da mãe.

IMAGEM GOOGLE

Do G1, em São Paulo
Uma empresa de administração de cemitério foi condenada a pagar R$ 60 mil a dois irmãos que descobriram que o corpo da mãe deles não estava no jazigo onde foi enterrado, em Governador Valadares (MG). A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Cabe recurso.
Segundo o TJMG, a mãe faleceu em janeiro de 1997. Os dois irmãos adquiriram a concessão perpétua de um jazigo para o sepultamento. Em abril de 2003, após a morte do pai deles, foi constatado que o corpo da mãe não estava enterrado naquele local. No lugar, foram encontrados restos mortais de um homem. O processo informa que testemunhas confirmam que, na reabertura do túmulo, foram achadas calça e meias masculinas junto das ossadas.
Os filhos procuraram a administradora do cemitério, que não soube informar o que aconteceu. Eles alegam que pagavam a anuidade normalmente, para cobrir custos com manutenção e administração do local. O TJMG diz que a empresa afirmou que não havia comprovação da troca dos corpos. O juiz da 2ª Vara Cível de Governador Valadares fixou a indenização em R$ 100 mil. Após recurso, os desembargadores da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça decidiram que ficou comprovado o sumiço do corpo da mãe. Para a desembargadora Selma Marques, relatora do recurso, a empresa “agiu de forma negligente ao não ter os devidos cuidados com os restos mortais da mãe dos requerentes, que acabou se perdendo, não se tendo, até os dias de hoje, notícia de seu paradeiro”. O valor do pagamento, porém, foi reduzido. Dois desembargadores classificaram como justa uma indenização de R$ 60 mil, sendo R$ 30 mil para cada um dos filhos. Para a Justiça, a quantia deve ser fixada não para enriquecimento dos ofendidos, mas para coibir novos casos.
O advogado dos dois irmãos, Weuldon Batista de Oliveira, disse ao G1 que ainda não sabe se seus clientes pretendem recorrer. "Eles já me disseram que o processo é lento e muito doloroso", afirmou. De acordo com ele, ainda não se sabe onde estão os restos mortais da mãe.
A reportagem procurou pelos advogados da empresa administradora do cemitério, mas, até o fim da manhã de sexta-feira, ninguém foi localizado.


FONTE: GLOBO.COM

VIÚVA É ASSASSINADA DURANTE VELÓRIO DO MARIDO EM MG

Polícia acredita que crimes não tem relação.Amigo do marido teria atirado contra mulher.
Do G1, com informações do MGTV



Polícia acredita que crimes não têm relação (Foto: Reprodução/TV GLobo)

Uma jovem de 18 anos foi morta na manhã desta quinta-feira (23), durante o velório do marido, em Belo Horizonte. A polícia diz que tem pistas dos suspeitos.
O marido da vítima, de 21 anos, havia sido morto com 11 tiros, na tarde de quarta-feira (22). A polícia acredita que os crimes não têm relação.
Segundo o tenente da Polícia Militar Douglas Bernardino, a vítima teria namorado um traficante da região, que, inconformado com o término do relacionamento e com o casamento dela, mandou matar o marido da jovem.
De acordo com Bernardino, durante o velório, nesta quinta-feira, um amigo do rapaz teria acusado a jovem de ter planejado a morte do marido. Depois de fazer as acusações, ele disparou contra ela.
FONTE: GLOBO.COM

CAUSAS DE VIOLÊNCIA NO BRASIL

IMAGEM GOOGLE


Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...A questão que precisamos descobrir é porque esses índices aumentaram tanto nos últimos anos. Onde estaria a raiz do problema?... Infelizmente, o governo tem usado ferramentas erradas e conceitos errados na hora de entender o que é causa e o que é conseqüência. A violência que mata e que destrói está muito mais para sintoma social do que doença social. Aliás, são várias as doenças sociais que produzem violência como um tipo de sintoma. Portanto, não adianta super-armar a segurança pública, lhes entregando armas de guerra para repressão policial se a “doença” causadora não for identificada e combatida.Já é tempo de a sociedade brasileira se conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.Em todo o Mundo as principais causas da violência são: o desrespeito -- a prepotência -- crises de raiva causadas por fracassos e frustrações -- crises mentais (loucura conseqüente de anomalias patológicas que, em geral, são casos raros).Exceto nos casos de loucura, a violência pode ser interpretada como uma tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver. A violência funciona como um último recurso que tenta restabelecer o que é justo segundo a ótica do agressor. Em geral, a violência não tem um caráter meramente destrutivo. Na realidade, tem uma motivação corretiva que tenta consertar o que o diálogo não foi capaz de solucionar. Portanto, sempre que houver violência é porque, alguma coisa, já estava anteriormente errada. É essa “coisa errada” a real causa que precisa ser corrigida para diminuirmos, de fato, os diversos tipos de violências.No Brasil, a principal “ação errada”, que antecede a violência é o desrespeito. O desrespeito é conseqüente das injustiças e afrontamentos, sejam sociais, sejam econômicos, sejam de relacionamentos conjugais, etc. A irreverência e o excesso de liberdades (libertinagens, estimuladas principalmente pela TV), também produzem desrespeito. E, o desrespeito, produz desejos de vingança que se transformam em violências. Nas grandes metrópoles, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências.Observe que quando um cidadão agride o outro, ou mata o outro, normalmente o faz em função de alguma situação que considerou desrespeitosa, mesmo que a questão inicial tenha sido banal como um simples pisão no pé ou uma dívida de centavos. Em geral, a raiva que enlouquece a ponto de gerar a violência é conseqüência do nível de desrespeito envolvido na respectiva questão. Portanto, até mesmo um palavrão pode se transformar em desrespeito e produzir violência. Logo, a exploração, o calote, a prepotência, a traição, a infidelidade, a mentira etc., são atitudes de desrespeito e se não forem muito bem explicadas, e justificadas (com pedidos de desculpas e de arrependimento), certa­mente que ao seu tempo resultarão em violências. É de desrespeito em desrespeito que as pessoas acumulam tensões nervosas que, mais tarde, explodem sob a forma de violência.Sabendo-se que o desrespeito é o principal causador de violência, podemos então combater a violência diminuindo os diferentes tipos de desrespeito: seja o desrespeito econômico, o desrespeito social, o desrespeito conjugal, o desrespeito familiar e o desrespeito entre as pessoas (a “má educação”). Em termos pessoais, a melhor maneira de prevenir a violência é agir com o máximo de respeito diante de toda e qualquer situação. Em termos governamentais, as autoridades precisam estimular relacionamentos mais justos, menos vulgares e mais reverentes na nossa sociedade. O governo precisa diminuir as explorações econômicas (as grandes diferenças de renda) e podar o excesso de “liberdades” principalmente na TV e no sistema educativo do país. A vulgaridade, praticada nos últimos anos vem destruindo valores morais e tornando as pessoas irresponsáveis, imprudentes, desrespeitadoras e inconseqüentes. Por isso, precisamos, também, restabelecer a punição infanto-juvenil tanto em casa quanto na escola. Boa educação se faz com corretos deveres e não com direitos insensatos. Precisamos educar nossos adolescentes com mais realismo e seriedade para mantê-los longe de problemas, fracassos, marginalidade e violência. Se diminuirmos os ilusórios direitos (causadores de rebeldias, prepotências e desrespeitos) e reforçarmos os deveres, o país não precisará colocar armas de guerra nas mãos da polícia para matar nossos jovens cidadãos (como tem acontecido tão freqüentemente).

Valvim M Dutra Extraído do capítulo 9 do livro Renasce Brasil.

FONTE: GUARDIÃO DOS MONÓLITOS

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...